MERCADO DE ALIMENTAÇÃO FORA DO LAR E A CRISE – COMO EVITAR A PERDA DE CLIENTES (Parte I)

alimentação fora do lar e a crise

Por Wanderley Onorato

Crescer ou mesmo se manter, em tempos difíceis, representa um papel diário e árduo na forma com que se executam as tarefas destinadas ao bom andamento dos negócios.   Para confundir ainda mais, sabemos que o mercado e os próprios alimentos nem sempre carregam estudos conclusivos a seu respeito. Afinal, num dia, o ovo é uma bomba de colesterol prestes a explodir as coronárias; no outro, asseguram que tem alto valor nutritivo. A carne de porco, que já foi a mãe de todos os males, está reabilitada, a de boi enfrenta suspeitas. Há quem diga que o consumidor deixou de comprar ou frequentar determinados locais não só por conta de alimentos em desacordo com os padrões de saudabilidade mas também por tempo no trânsito, riscos de assaltos, dificuldades econômicas, etc. Posso até concordar com alguns fundamentos mas o fato de que os dias atuais oferecem tantas comodidades e informações a um toque de mão, induzem as pessoas a refletirem de modo diferente sobre o modelo de alimentação a que se propõem. A um toque de celular o disque-produto “X” ou “Y” entregará 80 ou 5.000 calorias à porta sem sairmos da poltrona. Então, como mudar ou nos adaptarmos a este comportamento que a cada dia cresce mais? De qualquer forma, os impulsos despertados pela fome são evidentes e, consequentemente, necessários à vida. Enfim, temos que considerar alguns fatores muito importantes para nos adequar á realidade atual. Entre eles, três se destacam: o produto, o lugar e o preço: Continue lendo

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